

Com a saturação e perda de autenticidade dos grandes influenciadores digitais, as marcas têm direcionado seus investimentos para micro e nanoinfluenciadores, que, apesar do menor alcance, oferecem maior proximidade, engajamento e nichos específicos de audiência. Esse movimento, já adotado por empresas como L’Occitane, L’Oréal e Tinder, exige a coordenação de times com dezenas ou até centenas de pequenos criadores, mas permite campanhas mais segmentadas e naturais, valorizadas especialmente pela geração Z. O mercado de marketing de influência segue em expansão, movimentando US$ 24 bilhões em 2024 e com previsão de chegar a US$ 32,6 bilhões em 2025, enquanto no Brasil o setor mais que dobrou em cinco anos, impulsionando oportunidades de renda para criadores de conteúdo que transformam rotinas comuns em conexão genuína com seguidores.
Análise feita pelo Núcleo de Estudos Econômicos da Fecomércio MG
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